Tudo isso foi um sonho que tive essa semana

sobre a cama, ele continuava:

“… O que acontece é que o homem quando goza, quando ejacula, consegue ver e pegar o seu gozo; ele sabe que ali está o seu espermatozóide, ele consegue, de certa forma, vê-lo e tocá-lo. Isso é a produção de um instante, a materialização desse instante. Já a mulher, quando goza, não; ela não consegue ver o que goza para além de um suposto fluido que funciona como um tipo de representação do que ela goza, embora saiba como e porque goze, tanto quanto o homem, naquele lugar. Essa diferença é basicamente o que funda a questão do sacrifício feminino que atravessa os tempos. A facilidade de a mulher perder-se no desejo do outro é porque o homem conhece o produto de seu gozo, mas ela só conhece _ou só consegue ver_ o produto do gozo do outro.”

e até faz sentido.

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