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ninho

quando nos tornamos árvore no jardim de hilda entendi o amor dos bonobos meu útero awareté e tudo aquilo que deixamos de tocar quando colonizamos as estrelas: o corpo de criança o canto fluido do rio os dedos áridos nos … Continuar lendo

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equívoco

um gesto como eternidade [carta] para L. ela para juntar os restos reunir aquilo que resta quando já tudo foi retirado. aquilo que é fragmento, mas que também é inteiro e ocupado por intensidades. juntar estes corpos que são a … Continuar lendo

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pír

pír from cecilia cavalieri on Vimeo.

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dê uma chance :)

vândalo de corpo

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sujet-trouvé

sujet-trouvé, 2013. fotografias impressas sobre lista telefônica.

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um dia você vai coincidir consigo mesmo

e reparar que seu corpo tem dois centros gravitacionais e quando do umbigo o céu estiver coalhado de estrelas vão dizer que está errado que a disposição dos astros é equivocada que a luz tem um tempo diferente desse que … Continuar lendo

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“L’amur is what appears in the form of bizarre signs on the body” {Lacan

❤ “Love, of course, makes signs and is always mutual. I put forward that idea a long time ago, very gently, by saying that feelings are always mutual. I did so in order to be asked, ‘Then what, then what, … Continuar lendo

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todo o céu concentrado no reflexo de um balde d’água

e nele eu mergulho o pano de espremer sobre seus cabelos e aparo com tesoura cega os centímetros mortos de dias tão felizes à direita um bezerro morre à esquerda o Jatobá rebrota tudo sobra sobre o chão gramado que … Continuar lendo

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disfunções programadas de amarelinha

quando vejo seu rosto, azul, lembro de quando era criança & brincava de desmaiar no ginásio da escola cabeça contra parede polegar sobre jugular prende o ar e solta até a paisagem granular crianças no autoenforcamento lúdico das horas na … Continuar lendo

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meu reino por um pesadelo novo

escorria para o fundo do rio até não mais sentir as veias; era lançada para fora do carro em alta velocidade até perder as veias para o asfalto; esperava, pacientemente, de quatro, os chutes de meu avô [pai de meu … Continuar lendo

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quer dizer

quer dizer from cecilia cavalieri on Vimeo.

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gambetta sem rosto

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espuma

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Tudo isso foi um sonho que tive essa semana

sobre a cama, ele continuava: “… O que acontece é que o homem quando goza, quando ejacula, consegue ver e pegar o seu gozo; ele sabe que ali está o seu espermatozóide, ele consegue, de certa forma, vê-lo e tocá-lo. … Continuar lendo

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das coisas mutiladas

quando olho as rugas macias de minhas mãos de bebê dedos gordinhos: eu os perdi , mas ao mesmo tempo nem perda ou ganho ou apenas a vontade truculentazinha de a vida se estender com seus ônus e o ônus … Continuar lendo

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ensaio sobre dois

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descontinências

um verso preto distende um peso errado no corpo das vacas erguidas na água para salvar o mundo de sua própria graduação católica enquanto sua tenra voz mediterrânea chega lavada cinco horas mais cedo filtrada pela diversidade atlântica alegrias marítimas … Continuar lendo

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mãe, eu fiz um filme

uma primeira experiência. obrigada, Guto, pela missão.

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carga viva

espelho trincado no teto : estou sobre mim sem o peso de mim alienada de mim com estrias de vidro em meu sexo com todas as deformações precisas lapidando meus acidentes em mim; mamilos rachados lábios rajados olhos estilhaçados e … Continuar lendo

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ecos da rarefação envelhecida dos pontos

deitei nas costas um lugar declínio e vi um homem com seu bigode de penas suturar a paisagem de meu corpo no côncavo dos dias mais intermináveis de minha vida.

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mínima melancolia comum

Max Richter, Vaughan Williams, Arvo Pärt, Brian Eno, Béla Bartók, Erik Satie, Balmorhea, Vincent Gallo, Yann Tiersen, Howard Skempton e Philip Glass. 18 músicas para ver o mundo de um jeito mais demorado. clique aqui para baixar 😉 [as imgs foram … Continuar lendo

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perda

quatro passos e   envergo o olhar sobre a escada que recolhe os efeitos da luz; a virgem do vitral carimba minha cara e esqueço que o caminho de casa é só um desenho que eu supus.   [são paulo, … Continuar lendo

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~

um punhado de horas vaza entre os dentes & a língua marcada pela inscrição de outras dorme no tempo das coisas que brotam.

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da dissolução de um pacto

“carta a Alice ser um centro sem contorno à periferia de seus olhos me deu tantas alegrias quanto tristezas inscritas no corpo. dicotomia própria de nossas ambivalências, embora tudo o que tenha sobrado, tudo o que tenha sobrado de nós … Continuar lendo

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“Não há poema sem acidente”

o que é poesia? Derrida respondeu, em 1988, na revista italiana Poesia de número 50. “… El corazón. No el corazón en media de las frases que circulan sin riesgo por las distribuidoras de rutas y que se dejan traducir … Continuar lendo

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“Mélancolie au mirroir”

desafogando as abas do chrome. tudo [como quase tudo sempre] roubado do Jan Geerinck, que pesquisa sobre arte & erotismo e acompanho desde, hmmmmmmm, 2004?

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numérica

o medo de levar a fotografia a sério é, na verdade, o medo de ser capturada por ela, de ficar presa nela, de ter toda sorte de tempo roubada por ela… e de nela enquadrar o mundo dissipado, eneblinado… e … Continuar lendo

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itinerário

a máquina em que mergulha um homem sentado em suas dobras de leitura _páginas amassadas de um desejo jugular_ reclama sua envergadura desnovelada do inverso das costas onde toda sorte de sorte e toda falta da falta inscreve seu ciclo … Continuar lendo

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todo um rolo novo

ilford 400, p&b, tudo testado na câmera “emprestada” do João, uma incrível Minolta com olhos de zoom, enquanto minha Mirage descansa o olhar. o próximo filme promte ser mais íntimo da nova ferramenta. clique pra ver como ficou 😉

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like a river

vi meu corpo se explicar e toda natureza se curvar e todo vício desdobrar das juntas separadas pelas íntimas reticências esquerdas de um copo {o andamento de Paris que sustenta cada milímetro que se expele no tempo de depuração dos … Continuar lendo

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“não serei nem terás sido”

no corpo de todas as coisas que nos cercam o tempo parece ser uma espessura modulada de acordo com as densidades das matérias de cada uma delas. é dos homens o tempo dos ponteiros, com números criados para controlar tudo … Continuar lendo

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O corpo melancólico de Ana Mendieta {e outros corpos que assim virão

É impressionamentemente cristalino, para mim, perceber o trabalho da artista plástica Ana Mendieta como uma extensão física de seu corpo melancólico. E o que pretendo com esse texto não é um estudo, nem uma análise de seu trabalho/processo, mas observações … Continuar lendo

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revoada [fluxodrama]

pela fresta mínima janela o mundo se derrama flui pássaros migram descontinentes aninham-se no outro estranho conhecido pouso assimilado pelo bálsamo da natureza que expande esplende & [nunca] se conclui.

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nunca mais é para sempre

o espelho me deu duas décadas e uns anos a mais no rosto anguloso que nunca tive o espanto de me reconhecer de ir me assimilando na nova textura nos acidentes de um sorriso novo quando me olhei nos olhos … Continuar lendo

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quando êxtase precede a queda

uma de minhas fotógrafas favoritas, a americana Francesca Woodman cometeu suicídio aos 22 anos, em 1981. a maneira como expunha seu corpo e o fotografava sempre me despertaram certa angústia. tudo em seu trabalho parece ser um coágulo indissolúvel, algo … Continuar lendo

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por uma pedra

na diáspora dos órgãos jasmim escorre corpo adentro lavá-los & perfumá-los é como benzê-los dar-lhes sentença de ida porque tudo pode se perder agora que um coração quis ficar dois

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chuva para Francis

do oásis da minha ignorância descobri Ponge. assim, totalmente ao acaso. e fiquei tão emocionada com o que li que, na época, fotografei as páginas em questão para enviar a mim mesma o regitro do que poderia-se dizer epifania… e … Continuar lendo

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A vida dos outros

Nem você entendeu nem eu que não se é perverso aqui. Nem ninguém entendeu que perverso é o mundo que cataloga contemporâneos por suas gerações. Neste compêndio ficamos irremediavelmente distantes: Você Eu e o filho pródigo que jogamos atrapalhadamente no … Continuar lendo

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Marot para crianças ;)

La Petite Épître au roi foi escrita em 1518, por Clément Marot, e é uma bem-humorada epístola ao rei François 1er sobre o rimar. Não lembro o que ele queria com isso, mas era algo do rei rs. Fizeram uma … Continuar lendo

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in C

Terry Riley, um dos pais do Minimalismo na música ao lado de LaMonte Young, Steve Reich e Philip Glass, é o compositor da minha adorada In C [1964]. Sua partitura é composta por fragmentos de diferentes durações, superpostos e adicionados … Continuar lendo

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copo

a boca suja de leite não envenena a única certeza que amanhece nossos olhos. [julho, 2011]

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amor 8 [que ainda não]

para Juliana Echeverri esse infinito que rebola no lusco-fusco do teu olhar ascende meu incêndio infantil de afogar os planetas e orbitar entre eles com um gosto azul-revolto sob a língua & a valsa quando mercúrio toca.

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Intruso de quem?

“Desde a época de Descartes, pelo menos, a humanidade moderna fez do voto de sobrevivência e de imortalidade um elemento dentro de um programa geral de ‘domínio e posse da natureza’. Ela programou, assim, uma estrangeiridade crescente da ‘natureza’. Ela … Continuar lendo

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toda chanson française é meio em loop

no dia de esvaziamento craniano mais agudo, quarta passada as knewn as 26/10, resolvi me apegar àlguma forma para dar lugar a um “poema” que julgava prolixo. over. deveras discursivo. demais. aí o dividi em 15 rigorosos haicais [5-7-5] e … Continuar lendo

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<Skempton3

Desde 2003, quando ouvi o álbum Pianoworks [tocado pelo pianista John Tilbury] pela primeira vez, venho tentando encontrar coisas na internet sobre o compositor Howard Skempton. Quase em vão. O disco, aliás, fez parte da penúltima partilha de bens e … Continuar lendo

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Loulou, esta danada

Lou Salomé reins Friedrich Nietzsche and Paul Ree in front of her cart [1882] Fotografia de Paul Ree tirada no estúdio de Jules Bonnet, em Lucerne, entre 13 & 16 de maio de 1882. Em posse de um esquivo chicotinho, … Continuar lendo

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Moçambique tem Virgílio de Lemos. Obrigada Rita <3

Oblíquo o meu olhar Oblíquo o meu olhar, gesto e o jogo que musical desmantela em volta o espaço e retira à carne seu subjectivo desejo cego, visão do inenarrável, seus perfumes. Oblíquo o meu olho e o inquieto instante … Continuar lendo

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Éluard, Prévert, Kaponz & Spinoza

aí você olha esse título e pensa “quem será Kaponz?” não, não é nada do que se está pensando. ou quase. uma das coisas mais legais de seguir, pelo google reader, toda e qualquer atualização na web com a palavra … Continuar lendo

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tente fazer isto em casa

você vai precisar de… um colega com dois braços e noções de ritmo. =) peça-gracinha minimalista que Steve Reich escreveu em 72 com o desejo de fazer uma música que prescindisse de instrumentos para além do próprio corpo humano. dá … Continuar lendo

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reprodutibilidade

Homens faziam sempre [imitados por outros] mais depressa do que a mão desenha. Sua última trincheira, o rosto humano; local de um crime deserto _indícios numa competição esportiva no mesmo local com a mesma trajetória como efeito: a morte de … Continuar lendo

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sobre montar mães

vacilo nos véus de ternura do nosso acaso de {a sós na mesa cheia e a cada letra balbuciada sobre a pálpebra a falência de um órgão de um verbo de um fio de cabelo rumo ao chão do copo … Continuar lendo

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Journal of a Nobody

Francesca Woodman e Giuseppe Gallo, Roma 1978 viaJournal of a Nobody.

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contemspoilers – [postais retornados]

contemspoilers – [postais retornados]. [postais retornados] a antiga relação entre as coisas ser apenas a antiga relação entre as coisas é o que quer dizer o peso de uma tatuagem apagada logo depois passei simultaneamente a duvidar daquilo que   chamamos empréstimo … Continuar lendo

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escrever um soneto no celular no trânsito sobre a ponte é um jeito de…

nunca antes tanto espaço em branco nunca tanto por dizer ainda todo sonho ascende cada espanto dentro dessa gota de rotina sobre uma xícara vazia um fundo concentrado de alegria vê a mínima melancolia acúmulo de nuvens do passado enquanto … Continuar lendo

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“O que a vida fez com os personagens”

O próximo lançamento da Confraria do Vento vem com uma foto minha na capa ❤ Fiz em Lisboa, no final de 2010, na Baixa. Dei carta branca pro Márcio usar as minhas fotos [todas analógicas, tenho gosto especial pelas pebês]. … Continuar lendo

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Sophie Jodoin

Artista canadense da vez na ArtUp TV {projeto de um amigo francês}. Clique na imagem para ler resenha [em francês, mas o google translate ajuda] e assistir à entrevista. Achei interessante…

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do(i)s ciúmes

“Ce n’est pas de la mélancolie ni de la pensée, c’est du corps que vient la jalousie.” Citation de Marcel Proust ; Pastiches et mélanges – 1919.

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“Transferência é amor.”

« Un appel vibrant. » Video: Lacan Speaks (French, English subtitles) | Continental Philosophy. A coisa esquenta [melhora] a partir do minuto 15 🙂 Via Silvano! [não consegui miniaturizar o vídeo por problemas técnicos]

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Esmerine: vai lá ;)

Listen | Esmerine. Arvo Pärt, um dos meus compositores favoritos [as missas são de perder a noção de tempo & espaço :~], é responsável por uma das músicas que mais amo na vida, Spiegel im Spiegel [Espelho(s) no Espelho, em … Continuar lendo

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INÍCIO

do trecho sob concessão e a certeza dizimada em seu castelo de quando uma ponte não cumpre sua função de ligar os pontos, um vermelho horizontal convulsiona preto e a histeria das águas desarvora uma orla inteira. Aquela cujo encanto … Continuar lendo

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entretraves

pedi para você ler A Carta: e você disse que se sentia dissecando um animal vivo quando na verdade vivo era o animal que eu dissecava enquanto você lia A Carta com [meus] dedos executando o brim.. rio, setembro de 2011

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Wenders meets Pina ou a violenta chegada da Primavera

Um dos momentos mais arrebatadores da minha temporada paulistana [2009?] _e este eu devo agradecer à doce Luiza_ foi assistir à “Sagração da Primavera” no teatro Alfa, dançada pela Tanztheater Wuppertal, na coreografia recriada por Pina Bausch, lá em 1975, … Continuar lendo

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isso a que o mundo me obriga : ser um pedaço de carne indecepável da ideia de um pedaço de carne e como carne cumprir as exigências: dependurar-me na vitrine de ganchos diletantes, doar-me inteira ao sutil carinho das moscas … Continuar lendo

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Elsa, la Rose

Elsa era irmã mais nova de Lili. Elsa tinha ciúmes de Lili. Elsa começou a namorar Vladmir. Vladmir trocou Elsa por Lili. Vladmir casou-se com Lili. Elsa mudou-se para Paris. Vladmir mudou-se para Paris, onde conheceu Tatiana e… Ficou obcecado … Continuar lendo

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. m é l a n c o l i e .

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“Flagrante é mesmo a palavra deste 2011.” Disse o vizinho da quadra ao lado de lá.

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